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Trajetória compartilhada

Instituto Elo é convidado a apresentar sua experiência de atuação social em evento universitário

Na noite desta última quarta-feira de outubro (dia 29), o diretor de pesquisa e desenvolvimento técnico do Instituto Elo, Fabiano Neves, fez uma apresentação a alunos do UniBH, abordando as origens, o escopo de atuação e o modelo administrativo do Instituto. A palestra, ministrada no Campus Diamantina do Centro Universitário, por ocasião do evento Uni+ – jornada de minicursos e apresentações sobre temas diversos da sociedade e do mercado –, discorreu ainda sobre o cenário nacional e estadual do terceiro setor, especialmente das Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs).
 
Durante a exposição, Fabiano falou entre outros temas sobre o processo de evolução institucional do terceiro setor: “Há uns 15 anos, associar a questão da gestão ao funcionamento das associações privadas sem fins lucrativos, popularmente conhecidas como ONGs, era algo praticamente impensável. No paradigma original dessas organizações, elas surgiam quase que exclusivamente em função de questões pontuais, localizadas territorialmente e abraçadas por comunidades específicas, como no caso da grande incidência de gravidez na adolescência num dado território, por exemplo”. 
 
Foto: Luiz Gonzaga Oliveira 
O diretor Fabiano Neves foi o representante do Instituto Elo para falar da trajetória da instituição
 
Fabiano destaca que as formações nessa linha continuam muito válidas no sentido de pautar temas negligenciados pelos governos e sociedade como um todo, mas que hoje convivem com outro modelo de ONG, mais profissional. “O próprio amadurecimento da política de responsabilidade social das empresas e a consolidação dos canais de parceria com o Estado, incluindo aí modalidades de financiamento como os convênios e os termos de parceria – que serão impactados em breve com a regulamentação do Marco Regulatório do Terceiro Setor –, acabou por criar um mercado de oportunidades que hoje tem a concorrência de inúmeras associações sem fins lucrativos de trajetória consolidada e/ou capacidade técnica reconhecida”, explicou o diretor, ilustrando com o próprio exemplo do Instituto Elo.
 
Nesse contexto, Fabiano citou como desafios para a sustentabilidade das associações pontos como a ampliação de superávit na gestão de projetos, a diversificação de fontes de financiamento, bem como a qualificação do controle de processos e metas, destacando-se aí a organização informacional.
 

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